quinta-feira, 26 de abril de 2012

25 de abril

25 de abril foi um dia diferente.
Foi de um jeito que não me lembro se alguma vez fora igual
Duvido.
Foi um dia em que eu senti a energia positiva
Foi um dia que estive disposto a fazer algo
Foi um dia que fiz algo
Foi um dia em que senti satisfação pessoal
Foi um dia em que me senti recompensado
É, eu sei que nunca mais vai acontecer.
Mas talvez valha a pena sonhar com dias assim.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

2012

As vezes
Por mais que eu não tenha a resposta
Eu só queria ouvir a pergunta.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O sonho

E foi aí que durante o meu sono da tarde eu começo a pensar: podemos amar muito algumas fases da vida, mas elas precisam passar.
Sonhei com os tempos da escola, com a oitava série. Foi o melhor ano que eu tive. Passou devagar, curti seus momentos e lembro com saudade desse tempo.
Mas enfim, ao sonhar, reviver um pouco dessa coisa toda, senti um leve desconforto ao no sonho me olhar no espelho e me ver com 20 anos. Me senti cansado. Aquilo que acontecia à minha volta, as brincadeiras, as conversas, não tinham mais tanta graça. Era bom, mas não era mais pra mim.
Eu gostava da escola. Gostava do ensino médio, mas isso acabou em 2008. Nunca tinha me acostumado com essa nova fase da minha vida trabalhando e fazendo faculdade. Ainda não me acostumei.
Mas não me imagino mais levantando as seis e meia da manhã, colocar um uniforme, pegar um ônibus para ir ao colégio. Não é mais pra mim.
Passou... e agora não sei mais em que fase estou.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sensatez

Em tempos como esse, o final do ano, que eu já devo ter escrito algumas vezes sobre como eu odeio, temos sempre que parar para refletir.
Chego a conclusão (provisória, é claro) de que o ano pode ser visto nada mais nada menos como um jogo de video game.
Sim, dizem pra gente não levar a vida tão a sério, como um jogo, mas dependendo da vida que se leva ou do jogo que se joga, você acaba levando a sério de mais. Porém, a vida, diferente do jogo, acaba lhe exigindo muita sensatez.
Quando se termina um jogo, não se tem tamanha paciência para voltar a joga-lo em seguida. É o que eu sinto quando acaba o ano.
Estou cansado, não quero voltar a jogar.
Penso em me demitir, em largar a faculdade.
Mas a sensatez, oh doce sensatez, me faz parar para pensar e sou obrigado a ter que aturar todas essas coisas que me incomodam novamente.
Mal vejo a hora de perder a sensatez. Joga-la pelo ralo como uma gozada que se esporra no banho. Bem assim, como se já não tivesse a menor importância.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Comentário

Eu queria ter descoberto há mais tempo que quando você escreve um comentário mal criado em algum site, os donos deste são os que recebem um processo judicial.
Eu não teria escrito comentários com o eufemismo e requinte que costumo ter quando escrevo aqui. Eu teria sido muito mal criado. Em muitos sites. E com muitas pessoas.